• 25 mar 17

    É sabido que a imunização é uma das armas que temos à mão para usar na prevenção de doenças. No caso da febre amarela – o que fazer, em especial, com idosos?

    Explico: o idoso deve ser vacinado nas mesmas condições do restante da população, ou seja, em caso de viagem ou moradia em locais de risco, tendo avaliada sua condição pelo médico que o acompanha – que irá analisar riscos e benefícios conforme cada indivíduo – em especial se apresenta alguma doença.

    A febre amarela é o assunto que mais tem despertado a atenção da população brasileira. No momento o surto encontra-se em Minas Gerais – sobretudo em cidades no interior – o que levou a uma intensa abordagem da imprensa sobre o assunto. Hoje foram registrados casos suspeitos na cidade de São Paulo, porém, segundo a Secretaria de Saúde do Estado informou que as pessoas estiveram em MG neste ano.

    A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da saúde, Carla Domingues esclareceu que não há mudança (ao menos até o momento) no esquema vacinal da febre amarela. Segundo ela, a estratégia de duas doses, adotada no Brasil, é segura e garante proteção durante toda a vida. A população que não vive na área de recomendação ou não vai se dirigir a essas áreas não precisa buscar a vacinação neste momento. Ela explica que a vacina contra febre amarela é a medida mais importante para prevenção e controle da doença e apresenta eficácia de aproximadamente 95%, além de ser reconhecidamente eficaz e segura.

    Leia também: Vacina para febre amarela: o idoso deve ou não tomar?

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